Moola Mantra

Moola Mantra

Na fila para ser abraçado pela a Amma conheci um casal de deeksha givers do Espírito Santo. A Deeksha é uma bênção ministrada por uma pessoa iniciada pelos mestres indianos Sri Amma e Sri Bhagavan – líderes do Oneness Movement (“Movimento da Unidade”) – e tem por objetivo ajudar a elevar o nível de consciência da pessoa que o recebe trabalhando com os lóbulos parietais e frontal do cérebro.

Procurando na Internet, encontrei uma deeksha giver no Rio de Janeiro e fui ao seu encontro para saber mais a respeito desta técnica. Estive com ela 2 vezes e desde a última vez o Moola Mantra não sai da minha cabeça.

De novo na Internet, descobri várias versões deste mantra. A que ouvi primeiro é a que mais me agrada, cantada por Uma Mohan – disponibilizo link para o arquivo em mp3 no fim do post

Peguei a definição, letra e significado no site do Pedro Collares. Existe um outro texto, mais elaborado, em inglês. Qualquer hora eu traduzo e coloco aqui também.

O Moola Mantra é uma benção Divina . Você não precisa ser devoto de Sri Amma e Sri Bhagavan para receber esta Graça, mas você precisa invocá-la com o coração.

A benção Divina do Moola Mantra é para todos aqueles que estão buscando o fim do sofrimento e que aspiram atingir um estado elevado de consciência ou iluminação. O Moola Mantra contém a natureza de Deus e da criação.

Aum Sat-Chit Ananda Parabrahma,
Purushotama, Paramatma,
Sri Bhagavathi Sametha,
Sri Bhagavathe Namaha

Aum/Om – Som original do Universo
Sat – Existência
Chit - Consciência
Ananda – Benção
Parabrahma –O maior de todos, Deus, O-sem-forma, Aquele que está além do espaço e do tempo
Purushotama – O Deus manifestado (Jesus, Buddha, Kalki)
Paramatma – O Divino em nosso coração
Sri – Palavra que designa tratamento cerimonioso a uma alta consciência
Bhagavathi – O aspecto feminino do Divino
Sametha – Em conexão com
Bhagavethe – O aspecto masculino do Divino
Namaha – Eu me entrego, reverencio tudo isto

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Entrevista no Enigma Podcast – Cura Prânica

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Foi ao ar hoje a minha entrevista para o Abuin, do Enigma Podcast. Para ouvir, basta seguir este link.

Lokah Samastah Sukhino Bhavantu

Lokah Samastah Sukhino Bhavantu

Me toquei de procurar no Internet alguma matéria que cobrisse a visita da Amma ao Brasil e descobri um vídeo legal do programa Mais Você, que não sei como trazer para cá mas pode ser visto pelo link na página da Globo. De qualquer modo, capturei este outro vídeo com Lokah Samastah Sukhino Bhavantu (“Que todos os seres neste mundo e em todos os outros encontrem paz e felicidade”) ao fundo. Enjoy!

Mestre Choa Kok Sui

Mestre Choa Kok Sui

Mestre Choa Kok Sui partiu desta dimensão no último 19 de março, dia de São José. Se não fosse isso, estaria completando 55 anos hoje.

Grupos de Cura Prânica ao redor do mundo estarão fazendo a Meditação dos Dois Corações celebrando o trabalho deste homem conhecido como “Mestre em Energia” e “Cientista da Alma”.

Tive a notícia ontem que outro mestre em energia, o vietnamita Luong Minh Dang faleceu neste domingo. Mestre Dang era o fundador da Spiritual Human Yoga (S.H.Y.). Os dois avisaram para seus alunos que a data de sua passagem estava próxima, embora ninguém tivesse levado os avisos ao pé da letra. De alguma forma parece que os mestres se desprendem da limitação de seus corpos físicos no momento em que seus trabalhos precisam avançar a passos largos. É fato que a humanidade está para entrar em uma nova fase, e quanto maior o número de pessoas preparadas, mais fácil a transição não para um grupo ou para outro, mas para todos os seres, sem excessão.

Neste registro fica a minha homenagem a estes dois homens muito especiais.

Que a Cura Prânica possa abrir sua mente para o mundo da energia sutil. Que a Cura Prânica se espalhe por todo o mundo e ajude a aliviar os sofrimentos da humanidade. Que assim seja!

- Mestre Choa Kok Sui, extraído do livro Milagres da Cura Prânica

Confiança

Confiança

Tive uma história com esta semana que me fez lembrar especificamente desta carta – do que se trata não vem ao caso. É uma releitura do Osho para o Cavaleiro de Copas e, como nada é por acaso, esta figura da corte está aparecendo repetidas vezes em outras situações através dos baralhos tradicionais. Escrevo aqui para que eu mesmo possa ler de vez em quando e me lembrar da mensagem. {imagem: Osho Zen Tarot}

Não desperdice a sua vida com aquilo que lhe vai ser tirado. Confie na vida. Se você confiar, só então, será capaz de abandonar o seu conhecimento, só então, poderá colocar de lado a sua mente. E com a confiança, algo imenso tem início. Esta vida deixa de ser uma vida comum, torna-se plena de Deus, transbordante.

Quando o coração se torna inocente e as paredes desaparecem, você fica ligado ao infinito. E você não terá sido enganado; não existirá nada que lhe possa ser tomado. Aquilo que pode ser tirado de você, não vale a pena guardar; e aquilo que não há como ser tirado de você, por que haveria alguém de ter medo que lhe seja tirado? — não pode ser levado, não há possibilidade. Você não pode perder o seu tesouro verdadeiro.

Osho The Sun Rises in the Evening Chapter 9

Comentário:
Este é o momento de ser aquele “ioiô humano”, capaz de se atirar no vazio sem a proteção do cabo elástico amarrado aos pés! E é esta postura de confiança absoluta, sem reservas nem redes de segurança escondidas, que o Cavaleiro da Água exige de nós.

Uma grande euforia nos invade quando conseguimos dar o salto para o desconhecido, ainda que essa simples idéia nos apavore. E quando adquirimos confiança ao nível do salto quântico, deixamos de fazer quaisquer planos elaborados, ou preparativos. Não dizemos: “Muito bem, confio que sei o que fazer agora: vou pôr em dia meus negócios, preparar minhas malas e levá-las comigo”. Não; nós simplesmente saltamos, sem pensar muito no que virá depois. O importante é o salto, e o arrepio que ele nos provoca à medida que caímos em queda livre pelo vazio do céu.

A carta nos dá, entretanto, uma “deixa” a respeito do que nos espera no outro extremo — um delicado, convidativo, um delicioso rosado… pétalas de rosa, um suculento… “Venha!”

~ Osho, extraído do livro O Tarô Zen

Free Hugs Campaing

Free Hugs Campaing

Assista e aprenda alguma coisa com isso.

Para quem gostar da música (eu gostei!), o nome é All the Same, do grupo Sick Puppies – o link leva para a letra, no Vagalume.

Meditação é chegar em casa

Meditação é chegar em casa

Buddha Tarot

Há dois planos em você: o plano da mente e o plano da não-mente. Ou, falando de outro modo: o plano em que você está na periferia do seu Ser e o plano em que você está no centro do seu Ser – e você pode saber disso, ou pode não saber.

Talvez nem suspeite que existe um centro, mas ele tem que existir. Neste centro, você já é um Buda, alguém que já chegou em casa.

Na periferia você está no mundo – na mente, nos sonhos, nos desejos, nas ansiedades, em mil e um jogos. Você é ambos.

Pouco a pouco na meditação você será capaz de se mover da periferia para o centro com muita facilidade – exatamente como você entra em sua casa e sai de lá. Você não cria dicotomia. Não diz: “Estou fora de casa, então como é que vou entrar ?” ou “Estou dentro de casa, como posso sair?”

Se tem sol lá fora e está quente, agradável você senta no jardim. Se esquenta muito e você começa a suar,você simplesmente se levanta e entra em casa.

Do mesmo modo, um homem de consciência e compreensão se move da periferia para o centro e do centro para a periferia. Ele nunca se fixa em algum lugar.

Do mercado para o mosteiro, da extroversão para a introversão – ele está se movendo continuamente, porque estas duas coisas são suas asas, não estão em choque uma com a outra.

Podem ser equilibradas em direções opostas – têm de ser. Se ambas as asas estiverem do mesmo lado, o pássaro não poderá voar no céu.Elas têm de estar equilibradas e em direções opostas, mas ainda assim pertencem ao mesmo pássaro, e servem ao mesmo pássaro. Seu exterior e seu interior são suas asas.

Isto precisa ser lembrado muito profundamente, porque há sempre uma possibilidade… e a mente tende a fixar- se.

Há pessoas que se fixam no mundo exterior – não querem sair dele, dizem que não têm tempo para meditação, dizem até que, se o tivessem, não saberiam como meditar e não acreditam que possam meditar. Elas escolheram apenas uma asa. E, é claro que é fácil isso resultar em frustração. Com apenas uma asa fatalmente haverá frustração.

Mas há também as pessoas que se cansam do mundo, e vão para os mosteiros, para o Himalaia ou tornam-se monges no sentido de começarem a viver sozinhas e isoladas em uma vida de introversão. Elas fecham seus olhos, fecham todas as suas portas e janelas. Mais cedo ou mais tarde, estas também se tornarão entediadas. No pólo oposto elas incorreram no mesmo erro – escolheram uma só asa. Este é o caminho para uma vida em desequilíbrio.

Não sou a favor disso ou daquilo. Gostaria que você pudesse viver o dia-a-dia e ainda assim ser meditativo. Gostaria que você se relacionasse com as pessoas, amasse, tivesse milhões de relacionamentos, de todos os tipos – porque eles enriquecem…- e, ainda assim, continuasse a ser capaz de fechar suas portas e, algumas vezes, tirar uma folga de todos os relacionamentos, de modo que você possa se relacionar com o seu próprio ser também.

Relacione-se com os outros, mas relacione-se consigo mesmo também. Ame os outros, mas ame a si mesmo também.

Saia! – o mundo é belo, cheio de aventuras; é um desafio, ele o enriquece. Sempre que o mundo bater à sua porta a chamá-lo, saia! Saia do medo, não há nada a perder, há tudo a ganhar.

Mas não se perca. Não vá, e permaneça lá. Algumas vezes, volte para casa. Algumas vezes, esqueça o mundo – esses são os momentos para a meditação.

Diariamente, se quiser se tornar equilibrado,você deve fluir pelos dois pólos – o interior e o exterior. Ambos devem ter o mesmo peso, para que dentro de você nunca haja desequilíbrio.

É isto que os mestres zen querem dizer quando recomendam: “Caminhe no rio, mas não deixe a água tocar em seus pés”.

Esteja no mundo, mas não deixe o mundo estar em você. Quando voltar para casa, volte para casa – como se todo o mundo estivesse desaparecido.

~ Osho (o texto recebi por email. Não sei de qual livro saiu)

A Deusa do Abraço

A Deusa do Abraço

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Que todos os seres neste mundo e em todos os outros
encontrem paz e felicidade.

Mata Amritanandamayi, ou simplesmente Amma, é considerada uma encarnação da Mãe Divina e está no Rio de Janeiro hoje, amanhã e quinta.

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A Lei das Opções

A Lei das Opções

Talvez nenhuma carta expresse tão bem a natureza do Tarot quanto o Arcano VI. Acho que este “segredo” (ops!) sempre esteve  guardado na própria composição do próprio Tarot,  afinal são 78 lâminas: 7 + 8 = 15 = 6.

Não escrevo sobre o Arcano VI – Amantes, criado pelo Waite e perpetuado através das gerações seguintes de forma meio distorcida por alguns, mas do Arcano VI – Enamorado, cujo tema é a necessidade de se fazer uma escolha que muda o rumo das coisas.

Estamos falando de Tarot, mas, no fundo, não é essa a linha que norteia todos os oráculos? Por que nos consultamos? Não estamos buscando informações sobre as possibilidades diante de nós para dar mais propriedade às nossas decisões? O destino não muda, a partir de uma consulta, quando temos uma outra consciência a respeito do nosso momento, das oportunidades, dos desafios e do que se esconde de nossa percepção mais imediata? E, ainda assim, não faz parte de nosso livre-arbítrio acreditar ou não nas cartas; seguir ou não o conselho de quem as interpreta?

Descobri este texto de Dan Millman no livro Um Novo Sistema de Numerologia e resolvi trazê-lo para cá. Ele oferece alguns insights interessantes que têm muito a ver com a “minha” visão do Arcano VI. Depois volto e acrescento algumas observações no próprio texto (o que tiver um “MB:” na frente).

A maioria das criaturas da Terra tem uma série relativamente pequena de opções conscientes; trabalha sobretudo pelo instinto e pela adaptação. Em compensação, nós, humanos, temos poderes de opção que vão muito longe. Nossas vidas cotidianas consistem numa seqüência de escolhas e exercícios de livre-arbítrio – se devemos levantar-nos ou ficar na cama, que vamos comer no desejem, que havemos de fazer com o nosso dia, se vale a pena mudar de profissão, voltar à escola, continuar uma relação e assim por diante.

Dependendo das circunstâncias, experimentamos muitas ou poucas escolhas. Uma doença mental ou  outras incapacidades torcem ou cerceiam o nosso poder de escolha; a clareza da mente o acentua. Claro que está que não temos todos uma escolha igual das circunstâncias; se formos ricos, por exemplo, poderemos optar por voar para a Europa a fim de jantar; se vivermos num país empobrecido, poderemos optar por comer mas não encontrar comida à disposição. Se estivermos doentes, de cama, poderemos optar por correr pelos montes, mas nos veremos incapazes de fazê-lo, a não ser na imaginação. As circunstâncias fisicas podem, com efeito, limitar nossas opções físicas. A Lei das Opções, todavia, dirige o nosso poder e a nossa responsabilidade para escolher o modo como respondemos às circunstâncias – poder que nunca perdemos enquanto vivermos.

Às vezes, temos a impressão de que nossas opções são feitas para nós pela nossa família, pelo nosso empregador, pelos nossos amigos, pelas nossas circunstâncias, ou por Deus. Se, por exemplo, o patrão nos disser: “Você terá de trabalhar depois do expediente; se não quiser, teremos que mandá-lo embora”, poderemos pensar que não temos escolha. Mas é claro que a temos: fazemos opções conscientes reconhecendo que toda opção tem conseqüências.

Podemos escolher um caminho mais fácil ou um mais difícil. Raramente decidimos tomar o caminho mais penoso, a menos que acreditemos que ele propiciará prazer no seu percurso ou fará que alcancemos nossas metas mais depressa. Quanto menos numerosas forem as crenças deformadas ou limitante que tivermos, maior será o nosso poder de escolha (MB:  “a colher não existe”. A realidade se manifesta de acordo com a nossa percepção e a nossa capacidade de alterá-la).

Precisamos também confiar nas mensagens intuitivas oriundas do subconsciente que poderão escolhar experiências ou atrair para a nossa vida pessoas que conscientemente não queremos, porém das quais poderemos precisar para o nosso bem e o nosso aprendizado mais elevado. Quanto mais respeitarmos a Lei das Opções, também mais claramente viveremos a nossa vida resolutamente, assumindo a responsabilidade pelas nossas direções em vez de encarar a vida como alguma coisa que simplesmente nos acontece. Por exemplo, em lugar de errar pela vida, perguntando a nós mesmos se estamos no caminho certo, ou em companhia da pessoa certa, ou fazendo o trabalho certo, reconhecemos que estas pessoas e estas circunstâncias foram escolhidas por nós mesmos. A par com esse reconhecimento vem o poder de aceitar as nossas opções. Se alguma vez nos sentirmos impotentes numa situação, será este o momento de lembrar-nos do nosso poder de opção.

Podemos sentir-nos medrosos ou bloqueados. No entanto, quanto maior valor dermos ao poder de opção, tanto mais nos encarregaremos do modo com que canalizamos a nossa energia criativa e nos expressamos.

Escolha criativa

Tudo o que existe é feito de energia, e a energia manifesta-se ao longo de um espectro que vai do positivo ao negativo. Por exemplo, a eletricidade pode iluminar uma cidade ou tirar uma vida.

A energia criativa tem caráter dinâmico, assurgente, e precisa encontrar expressão; ela existe para fluir e para ser usada. Ela atua como uma espada de dois gumes; se não for usada para finalidades construtivas, descarregar-se-á de maneiras destrutivas. Se a energia criativa for de todo bloqueada, como a água que arremete a um muro e sobre, volta-se contra nós e cria pressões que experimentamos como sintomas dolorosos nos níveis físico, mental e emocional. A gordura excessiva, por exemplo, muitas vezes reflete a energia bloqueada que não tem para onde ir.

A energia criativa bloqueada ou se manifesta como doenças e sintomas físicos ou se libera através do abuso do fumo, do álcool, de outras drogas, da comida ou do sexo. Quando essa liberação se torna repetitiva, complulsiva ou crônica, os abusos podem também expandir-se e converter-se em vícios inveterados (MB: o 6-Enamorado que vira 15-Diabo).

Assim como reconhecemos que escolhemos, em algum nível, o modo com que canalizamos nossas energias criativas, assim também podemos aprender outras maneiras de abrir nossas energias e canalizá-las em direçoes que inspirem ou ajudem os outros e tragam recompensas ao invés de castigos.

Por mais destrutiva ou bloqueada que que possa ter estado nossa energia criativa no passado, isso muda depois de aplicarmos o poder de opção.

~ Dan Millman, extraído do livro Um Novo Sistema de Numerologia.

YouTube: Pranic Healing

YouTube: Pranic Healing

Joguei “Pranic Healing” na busca do YouTube e descobri estas quatro reportagens. Os personagens principais se repetem e a abordagem é meio superficial, mas é interessante saber que o assunto ganha algum espaço na mídia sendo tratado como algo sério.


CBS News – Special Assignment 1


CBS News – Special Assignment 2


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