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Marcelo Bueno
Mar
28
Cada ciclo lunar – de uma Lua Nova a outra – traz importantes atributos com os quais podemos nos conectar, em especial, na Lua Cheia. {imagem: Tarot Karten – Ulani}
No budismo, as práticas de Lua Cheia são extremamente auspiciosas, pois amplificam os benefícios que são dedicados a todos os seres.
Para o Mestre Choa Kok Sui, fundador da escola de Pranic Heling, meditar em um único dia de Lua Cheia equivale a 30 dias de meditação.
Não por acaso, várias celebrações judaicas também ocorrem no 15o dia do mês, que é sempre Lua Cheia no calendário judaico. Nesta segunda-feira, por exemplo, estarão comemorando o 1o dia de Pessach, que marca a saída dos hebreus do Egito depois de 400 anos de escravidão.
Tenho um texto aqui que considero bem bacana, sobre Pessach (Vê se me erra!), e outro que aproveita Pessach para falar de perdão (Perdão e Liberdade). Sugiro que você leia os dois. ;)
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Marcelo Bueno
Mar
14
Ainda não li, mas já ouvi alguns relatos elogiando o livro Tirando os Sapatos, escrito pelo rabino Nilton Bonder.
A princípio, a obra deveria ser apenas um diário da experiência de percorrer o Caminho de Abraão – a convite da Universidade de Harvard – junto com outras 23 pessoas de diferentes países e religiões. Mas a peregrinação lhe oferece vários insights e “tirar os sapatos” surge como metáfora para o ato de despojamento de suas certezas ao longo deste “caminho para dentro de si” – alusão ao Lech Lecha bíblico, que é o ponto de partida da história de Avraham.
Lembro sempre de uma passagem do livro As Marcas da Alma, do rabino Marc Gafni, em ele diz que a palavra usada para “sapato” na passagem em que Moshé está diante da sarça ardente (e ele é ordenado a tirar o sapato, pois está em solo sagrado) é na’al, que significa, literalmente, “fechado”. Em outras palavras, Moshé deveria “se destrancar de si mesmo” para viver integralmente aquela experiência.
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Marcelo Bueno
Mar
7
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imagem: Stephanie | Flickr
Zapeando a TV esta semana assisto um pastor esbravejando a respeito dos “falsos profetas”, citando várias passagens bíblicas que condenam o homem que deseja saber do seu futuro.
Lembrei de uma cliente que resolveu arriscar uma leitura e gostou da maneira como trabalho com as cartas. Curiosa a respeito do curso, também questionou “se era correto aos olhos de D’us” fazer previsões sobre o futuro.
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Marcelo Bueno
Feb
23
A KTT estará promovendo nos dias 23, 24 e 25 de abril o Retiro de Buddha da Medicina. Será uma sexta (no RJ é feriado de São Jorge), sábado e domingo.
Lama Tartchin dará a iniciação (Wang), transmissão oral (Lung) e explicação (Tri) de como fazer a prática do Buddha da Medicina.
Os dois primeiros dias serão de ensinamentos, com a iniciação no domingo.
Apesar de ser permitido participar apenas do domingo, pessoalmente considero imaturo passar pela iniciação sem todos os preparativos, que incluem o correto entendimento da natureza desta iniciação e o aprendizado de como realizar as práticas de forma eficiente.
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Marcelo Bueno
Feb
15
Ouço muito esta pergunta e considero o questionamento legítimo para quem conhece pouco ou nada de Tarot:
“Qual Tarot você ensina?”
Respondo que uso o Marseille como referência básica, mas que cito outros baralhos quando as características específicas precisam ser evidenciadas, sem contar que os alunos levam diferentes baralhos para a sala de aula e faço uso do material disponível para enriquecer o momento. {imagem: Tarot de Marseille Camoin-Jodorowsky}
Esta, por sinal, é uma resposta honesta, mas “perigosa” do ponto de vista comercial, pois muitas pessoas consideram o Marseille como algo defasado e/ou têm alguma inclinação para tradições mágicas e esperam que o Tarot se torne algo diferente para atendê-las – o que é um grande engano, ainda que outras pessoas afirmem o contrário para “valorizar” um trabalho pessoal.
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Marcelo Bueno
Feb
14
Estou replicando mais adiante um post do Chagdud Gonpa. Já participei de outras vezes do Tsethar (a prática de “libertar/salvar vidas”) e a Sarah envia depois um report informando quantas vidas foram salvas através da contribuição das pessoas, pode confiar.
Para quem nunca ouviu falar disso, com o dinheiro arrecadado compram-se animais vivos destinados ao sacrifício de qualquer natureza para que eles sejam libertados, em segurança, em seu ambiente natural – na maioria das vezes, peixes, caranguejos e camarões. Em 2009, o Chagdud Gonpa Norbu-Ling contabilizou a liberação de 38.477 vidas.
As cerimônias incluem a recitação de orações e mantras, finalizando com dedicações específicas para alguém que esteja precisando e para o benefício de todos os seres sencientes. O apoio financeiro para soltura é tão importante quanto participar pessoalmente delas, pois permite que os animais sejam comprados. Devido a sua natureza, a participação do Tsethar não se restringe a praticantes budistas, de modo que qualquer um pode entrar em contato com a Sarah.
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Marcelo Bueno
Feb
13

{imagem: *dhavin}
Começa amanhã, dia 14, o ano do Tigre de Metal! Tibetanos ao redor do mundo estarão celebrando Losar (“Ano Novo”).
De modo geral, os gonpas (centros de prática budista) se preparam para o Losar de acordo com as possibilidades. Nos monastérios os rituais começam dias antes, com práticas específicas junto aos Protetores para eliminar as energias negativas acumuladas ao longo do ano que está terminando e começar o seguinte sem obstruções.
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Marcelo Bueno
Feb
8
Em algum momento da minha existência devo ter me deparado com o número 43 e isso ficou gravado. {imagem: Darren Sproles, jogador do San Diego Chargers}
Escrevo assim porque sei apenas que há muitos e muitos anos – não saberia precisar quantos - tenho certa fixação pelo 43 e não reconheço em mim uma razão para isso – simplesmente é.
Eis que hoje alcanço os 43 e, como em outros anos, lá vou eu procurar algo significativo a respeito.
Dan Millman, em Um Novo Sistema de Numerologia, ensina que se trata do número da compreensão do propósito de vida, o que é uma bênção e uma baita responsabilidade, vamos combinar, porque, depois disso, não dá para se fazer de inocente.
No seu aspecto positivo, combina os interesses mundanos com um compromisso de crescimento interior, dedicando o seu trabalho, relações e atividades para o despertar. Não se trata mais de procurar um mestre, mas de se tornar um, pois o risco do 43 é justamente o de se tornar um andarilho espiritual sempre à deriva – fruto da falta de confiança/fé em si mesmo.
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Marcelo Bueno
Feb
1
Estive envolvido nos dois últimos fins de semana com a acumulação da prática de Tara Verde.
Já escrevi sobre a Tara Vermelha em outras ocasiões por aqui, que é uma conexão “restrita” aos gonpas ligados ao Chagdud Tulku Rinpoche. De modo geral, em outros lugares as práticas mais comuns são as da Tara Verde e/ou da Tara Branca, sendo que Tara, de fato, possui 21 emanações.
Tenho um motivo especial (e pessoal) para publicar este post hoje. Fica aqui a minha homenagem. Peguei no Dakini Lounge este resumo que descreve as 21 Tara. É preciso ter em mente que o budismo é rico em imagens e expressões que possuem um sentido metafórico e que as deidades não são algo “fora de nós”, mas atributos inerentes a todo ser humano que são “lembrados” e desenvolvidos através de ensinamentos e práticas como esta.
Homenagem à Tara, a manifestação real das Três Jóias!
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Marcelo Bueno
Jan
28
A compra do primeiro baralho de Tarot é sempre significativa. Parece coisa do “primeiro sutiã” e pode lhe acompanhar por muitos anos. Na grande maioria dos meus atendimentos eu ainda uso o Sacred Rose, que foi o meu primeiro baralho. {imagem: Sacred Rose Tarot}
Quando comecei era tudo muito mais complicado. Havia poucos lugares onde se poderia comprar no Rio de Janeiro e importar um baralho era uma saga de meses, além do todo o trabalho para a encomenda – sempre na US Games Inc.
A partir da consulta que despertou interesse em aprender Tarot, fiquei interessado no Tavaglione - que depois foi pirateado e hoje nem considero um trabalho bonito – mas, até então, só conhecia as lâminas do Marseille.
Confesso que o primeiro impacto não foi bom. Fui à livraria Leonardo Da Vinci e não encontrei mais do que 4 ou 5 opções. E, destas, só era possível ver a caixa lacrada com a ilustração de uma única lâmina. Achei a cara do Louco impressa na embalagem simpática e levei. No meio do caminho olhava o restante das cartas e achava tudo muuuuuito estranho, arrependido da escolha, mas acabei me apaixonando pelo deck.
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