De vez em quando esbarro com um texto antigo meu, escrito como Uther Pendragon, Marcelo Draco ou, mais recentemente, Kirtan. {imagem: Harmanious Tarot}
Este é um deles e nem sei exatamente quando ou onde foi publicado originalmente, mas achei que valia a pena resgatar, apesar do tom meio ingênuo, porque qualquer hora aparece por aí como se escrito por outra pessoa.
Fiquei aqui pensando se era um bom momento para fazer isso, afinal, a semana não foi agradável para uma boa parcela dos cariocas e o título pode sugerir que eu tenha uma resposta.
Não, não tenho. E não acredito que alguém possa solucionar este enigma – ainda que afirme o contrário. Algumas coisas estão além da nossa compreensão e eu aceito isso como um mistério a ser revelado no momento adequado. Nada pior do que uma pessoa contar que está com câncer, por exemplo, e algum sabichão responder que isso é por causa das mágoas que ela guarda, blá-blá-blá.
Não sei se tudo é assim tão cartesiano e não trabalho apontando o dedo para os clientes. O Tarot, antes de qualquer outra coisa, é uma ferramenta de reflexão.
Já escrevi sobre Salvamento de Vidas (Tsethar) 















