Aproveitando a véspera de Natal, resolvo consultar o Osho Zen Tarot para questionar as energias predominantes do momento. Saiu o Rei de Ouros, que ele chama de Rei do Arco-Íris e não deixa de ter um pouco a ver com este momento que não é só meu: este é o Natal do nascimento de Jesus ou o Natal dos presentes, ceias e toda sorte de apelo material?
A verdade é que não precisamos escolher entre um Natal e outro, mas não perder as duas coisas de vista na mais perfeita harmonia.
No Oriente, as pessoas condenaram o corpo, condenaram a matéria, chamaram-na de “ilusória”, de maya: coisa que de fato não existe, apenas parece existir; coisa feita da mesma substância dos sonhos. As pessoas renegaram o mundo, e esta é a razão pela qual o Oriente permaneceu pobre, doente, faminto.
Recebi a oração por email e achei interessante, mas não sabia exatamente do que se tratava a tal Nova Onda de Energia da Aceitação. Busca rápida no Google e descobri o texto completo, uma mensagem do Arcanjo Miguel canalizada através de Natalie Glasson. {imagem: Francene Hart – The Freedom of Love}
Para quem quiser entender todo o contexto, basta seguir o link. Independente disso (ou seja, se você acredita ou não em mensagens canalizadas deste gênero), a invocação me parece válida, por isso repito aqui. A proposta é repetí-la diariamente até 10-10-10 e aí, de novo, isso é com cada um.
Natalie Glasson canalizou outra mensagem, agora de Melchizedek, que explica que a Onda de Energia da Aceitação foi ancorada na Terra em 09-09-09 com o objetivo de alterar e limpar a energia e a consciência das pessoas, de modo a evidenciar a expressão da consciência coletiva positiva para contrapor a séculos da consciência negativa alimentada pela ignorância, apegos e aversões – resumo meu, para ler texto na íntegra, siga o link.
O site da Natalie diz que ela é uma new age channel e que recebe mensagens de anjos, arcanjos, mestres ascencionados, fadas (!) e unicórnios (!!). Isso seria o suficiente para que eu não lesse mais nada a respeito, mas a invocação chegou primeiro e vou apostar na boa impressão que ela me causou.
Tenho recebido muitas ligações e emails perguntando sobre o início de uma nova turma de Tarot, por isso deixo programado um novo curso para o dia 26 de janeiro, terça-feira.
Quem quiser pode deixar um recado na área de comentários para que eu vá montando uma lista de reseva.
As últimas turmas comprovam que, mais do que aprender um oráculo “para ver o futuro”, um curso sério de Tarot nos ajuda a ver a nós mesmos e o caminho que trilhamos de outra forma.
É muito gratificante quando um aluno diz que mudou ou sentiu mudanças de percepção ao longo do aprendizado, até porque as turmas não se formam ao acaso e sempre somos todos beneficiados.
Não deixe para a última hora. Se quiser falar diretamente comigo para tirar dúvidas, (21) 9628-5477.
Volta-e-meia faço referências judaicas aqui no blog e muito desta filosofia me ajuda na percepção que tenho da vida. Ainda assim, evito usar aqui a expressão Cabalá, pois entre o que eu sei a respeito e a expectativa das pessoas com relação ao assunto existe uma certa distância – e prefiro continuar quieto quabto a isso.
Por acaso esbarrei ontem com este link para o site da Globo Vídeo com a reprodução de uma matéria que foi para a GloboNews a respeito de Tzfat (ou Safed), que é o grande núcleo de estudos do judaísmo místico.
Às portas de mais um Chanucá, é uma orientação bem vinda. .
Amanhã, dia 11 de dezembro, é aniversário da minha queridíssima K e, a partir das 19h28 (horário de Brasília), tem início a celebração do primeiro dia de Chanucá – tenho textos em 2007 e 2008 para quem quiser outras abordagens, não deixe de conferir.
O nome Chanucá significa “Inauguração” e faz referência a um dos elementos da saga dos macabeus: a reabertura do Grande Templo depois deste ter sido profanado pelos gregos por não sei quanto tempo.
Fico aqui pensando no meu próprio “templo” (minha casa, meu corpo, meu trabalho, minhas relações, minhas crenças, etc, que são meus locais de refúgio) e nas diversas tentativas do “inimigo” (apegos, aversões, medos, falsas percepções, condicionamentos e tudo aquilo que desequilibra) em tomar posse dele.
Por algum motivo não consegui acessar o painel de controle do Z nos últimos dias e por isso, apesar de atrasado, deixo registado o meu apoio à Carol e à Cris Ventura com relação a esta história das pessoas se apropiarem de textos na Internet sem dar o devido crédito.
Eu mesmo tive o conteúdo de Runas do extinto Draco’s Home Page copiado mais de uma vez na íntegra, com ilustrações e tudo, por gente com cara-de-pau suficiente para dizer que o material era fruto de muitos estudos – sim, meus!
Alguém que tem um site chamado Saúde Integral e faz isso sistematicamente é dona de uma patologia grave, está longe de ser referência e deve ser denunciada por todos pelo risco que pode representar para os desavisados – e nem estou entrando no mérito de plágio ser crime.
Pardes significa “pomar” em hebraico e é uma das referência para o Gan Eden, o Paraíso. Não por acaso, é acróstico também para as palavras Pshat, Remez, Drash e Sod, que são os 4 níveis de entendimento de qualquer coisa que exista.
Fala-se muito do Pardes com relação ao estudo da Torá, por exemplo, desde a interpretação literal (pshat) até a mística/secreta (sod) dos textos.
Peguei este vídeo do site Midrash, que é um espaço cultural no Rio de Janeiro ligado à CJB/Rabino Bonder. Ainda que o objetivo seja promover a instituição, a forma como se apresente o Pardes é muito didática.