Legal a experiência, hoje, de participar do programa Debates Culturais, da Rádio Bandeirantes AM. Os convidados chegaram meio apreensivos com relação ao roteiro que teríamos pela frente e a primeira notícia que recebemos foi de que não havia um, o que considerei muito bom.
O papo rolou descontraído, intercalando os temas e com um pequeno jogo para cada um dos participantes antes do encerramento dos blocos. Durante a semana pego o CD com a gravação e disponibilizo aqui. .
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da frente para o fundo, Suellen Cristina, Alejandra Faundez,
Alessandro Lyra Braga e Adílio Jorge Marques
Estava procurando por outra coisa quando caí no site da Isha Lerner, autora de alguns oráculos interessantes, incluindo o Tarot da Deusa Tríplice, publicado no Brasil pela editora Pensamento.{imagem: Triple Goddess Tarot}
E aí, como nada é por acaso, fui parar justamente na página que fala da carta da Força, associada ao 2o chakra, depois de ter passado o fim-de-semana trocando idéias exatamente sobre o tema… ;)
Não traduzi Mountain Pride porque é o nome de um dos florais do sistema californiano FES, e adotar “Orgulho da Montanha” ficaria esquisito.
Nos padrões de desequilíbrio, Mountain Pride é recomendado na vacilação e recuo diante do desafio (confusão entre pacifismo e passividade), na falta de afirmação e na incapacidade de assumir firmemente as próprias convicções, trazendo para o paciente uma energia masculina franca e direta além de uma espiritualidade guerreira que tudo enfrenta e transforma – faz lembrar os atributos do Manjericão como óleo essencial, por sinal.
Doando comida nós adquirimos mais força. Doando roupa aos outros nós ganhamos mais beleza. Doando permanentemente pureza e verdade, nós adquirimos grandes tesouros –Buda
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Ando meio perdido com relação à datas e só agora que vi que estamos no dia 18, me toquei que ontem foi aniversário do parinirvana de S.Ema. Chagdud Tulku Rinpoche. Deixo aqui a minha homenagem.
O vídeo traz a recitação, executada por Lama Sherab Drolma, da Prece de Dedicação da pratica de Tara Vermelha. Possam todos se beneficiar!
Faz algum tempo que não escrevo sobre as lâminas do Tarot (faz um tempo que não escrevo aqui, by the way) e retomo o compromisso abordando uma carta que, já pelo nome, faz com que as pessoas se ajeitem na cadeira. {imagem: Universal Wirth Tarot}
Não importa em que momento da linha do tempo do Tarot, a imagem de um esqueleto segurando uma foice é a clássica representação do Anjo da Morte – aquele que raramente é bem vindo e muitas vezes encerra sonhos e esperanças.
Claro, essa é uma forma de ver as coisas, mas não se trata de uma visão do Tarot, a começar pelo fato que a carta da Morte não se refere a um agente externo (muito menos a morte física), mas à própria iniciativa do consulente em promover mudanças significativas em sua vida.
“Então, se é assim, por que incomoda?”
Porque, uma vez no jogo, a carta da Morte sinaliza que algo em nossas vidas se encontra em estágio de deteriorização e precisa ser transformado – uma coisa que nem sempre queremos ou nos sentimos aptos a fazer.
Lógico que o primeiro pensamento que se segue à Morte é “fim” e, neste sentido, podemos imaginar que a presença do Arcano XIII em uma relação afetiva, por exemplo, decretaria a necessidade de rompimento, mas o que precisa ser rompido é um padrão de comportamento antes de qualquer outra coisa.