Archive for May, 2008

Arcanos Menores: Entendendo os Naipes

Arcanos Menores: Entendendo os Naipes

Eu ia escrever que ando meio ocupado, mas nem sei se esta é a melhor definição do quadro. O fato é que tenho parado pouco para dar a devida atenção ao conteúdo do Zephyrus, que traz um tanto de textos prontos, sim, retirados de fontes confiavéis e que têm a ver com o meu momento, mas o blog não deve ser atualizado apenas com eles. Gosto de “temperar” tudo com opiniões pessoais inseridas nos mesmos posts ou em posts específicos, mas fico devendo um pouco mais disso, por enquanto.

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Oração

Oração

A oração é um meio de criar intimidade com os seres iluminados. Não importa qual seja a nossa religião. Mesmo que não sigamos nenhuma tradição em particular, ainda assim podemos suplicar: “Por favor, aqueles que tiverem qualidades iluminadas ouçam minha oração! “.

Devido à presença constante de esperança e medo na nossa mente, depositamos esperanças em quem talvez possa nos ajudar e tememos quem talvez possa nos prejudicar. Em um contexto espiritual, esperamos que um ser iluminado, alguém fora de nós, nos ajude pelo poder de suas qualidades positivas.

No entanto, o propósito da oração não é agradar os seres iluminados para que realizem nossos desejos, como adultos que dão doces a crianças bem comportadas. Em vez disso, rezamos para nos tornarmos receptivos às suas bênçãos, que são incondicionais. O amor dos seres de sabedoria permeia tudo, entretanto, como praticantes principiantes, somos como uma bola de ferro impenetrável sem uma argola que possa ser fisgada pelo gancho de sua compaixão.

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Sangye Menla – o Buddha da Medicina

Sangye Menla – o Buddha da Medicina

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“Se alguém realiza a meditação do Buddha da Medicina, eventualmente poderá atingir a Iluminação, mas, enquanto isso não acontece, esta pessoa experimentará um grande aumento na sua capacidade de cura tanto para si próprio como para outros, assim como uma significativa diminuição de doenças de ordem física, mental e de sofrimento”

– Lama Tashi Namgyal

.Depois eu até volto e escrevo algo pessoal a respeito do Buddha da Medicina. Por enquanto, copio e colo este texto que encontrei na rede. Logo abaixo, relaciono seus 12 Votos.

As práticas do Buddha da Medicina (Bhaisajyaguru, em sânscrito, e Sangye Menla, em tibetano) eliminam os venenos da mente, responsáveis por toda ordem de sofrimentos que experimentamos. Ainda no clima desta semana de Saka Dawa, estou participando de um mini-retiro (serão 4 dias, mas só estarei por lá hoje) para trabalhar coletivamente com esta energia de cura para mim mesmo e todos os seres sencientes. Que todos possam se beneficiar!

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Vesak: agora vai!

Vesak: agora vai!

Há algumas semanas escrevi aqui sobre a celebração de Vesak - ou Saka Dawa Düchen, para os tibetanos – que alguns estariam agendando para 20 de abril ao invés de 19 maio (noite da próxima segunda-feira).

Sou meio crítico com relação a algumas coisas. Muita gente considera “in” dizer que é budista, andar com um mala (rosário com 108 contas) no pescoço ou no pulso como adereço e sair dizendo “namastê” para todo mundo que encontra pela frente como se estas coisas mostrassem certo grau de refinamento espiritual. Lembro de um grupo do qual fiz parte e olhava para as meninas pensando “Barbie vai à Índia” – eu sei, eu sou horrível…

O Vesak mesmo é uma data que reúne muitas pessoas em diferentes locais porque é considerado auspicioso e, por “auspicioso”, os grupos se reúnem pensando que a vida vai mudar num passe de mágica através de cantos e oferendas.

Já publiquei algo sobre as Fases da Lua em outro post, aproveitando um texto da Márcia Mattos, sendo que e o fato da Lua Cheia culminar “a semente e o potencial inaugurado na Lua Nova” vai além dos empreendimentos pessoais. Neste sentido, gosto muito da leitura dos judeus com relação à Roda do Ano, onde cada intervalo entre uma Lua Nova e outra (o mês judaico) traz uma proposta de crescimento que se desenvolve em espiral – a cada ano você passa pelas mesmas coisas em um outro nível de entendimento – e, na Lua Cheia, o perfeito alinhamento entre as dimensões espirituais permite pleno acesso à energia que se encontra à disposição no período.

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Ecobags – por uma vida sustentável

Ecobags – por uma vida sustentável

Ia escrever, há algumas semanas, sobre a questão das sacolas plásticas que acumulamos em casa – fruto de uma reportagem que assisti no Fantástico – mas aí vi que a K fez a mesma coisa e deixei para lá.

Já faz algum tempo que dispenso sacos plásticos para coisas simples, como pequenas compras em padarias, farmácias e papelarias. Para feira (e quando lembro de levar para o supermercado), tenho duas sacolas feitas com saco de cimento, acho. É um negócio rústico que duvido que as meninas apreciem, mas é resistente, funcional e barato.. rsrs

Não sou do tipo “super-consciência ecológica”, mas procuro fazer a minha parte, dentro do possível. Hoje no Terra saiu uma reportagem que a rede de supermercados Wal-Mart estará substituindo suas sacolas por ecobags de algodão. Apoio 100% a iniciativa e faço questão de ajudar na sua divulgação.

Wal-Mart lança em São Paulo e Paraná a Ecobag
Antonio Gaspar

As lojas Wal-Mart de São Paulo e do Paraná passam a oferecer ao público a partir de hoje, dia 16, a Ecobag, uma sacola de algodão, com 50 centímetros de largura por 50 de altura, capaz de suportar até 35 quilos, como alternativa à sacola de plástico. Feita de algodão orgânico, com a inscrição “Eu faço a diferença. Uso Sacola Retornável”, será vendida por R$ 2,00.

Para incentivar o consumo consciente, várias ações foram programadas. As lojas dos dois Estados receberão sinalização diferenciada. Haverá, por exemplo, carrinhos com 880 sacolas plásticas em seu interior e um banner de alerta: “Achou muito? Pois essa é a quantidade de sacolas plásticas que cada brasileiro joga fora em 1 ano. Use sacolas retornáveis.” De acordo a direção do grupo, nas lojas brasileiras da rede são consumidas por ano 1,2 bilhão de sacolas plásticas.

De acordo com o Wal-Mart, as sacolas foram desenvolvidas a partir de uma pesquisa realizada durante três meses com consumidores de Curitiba, no Paraná. As mensagens de incentivo à mudança de hábito de consumo expostas na rede foram desenvolvidas pelo Instituto Akatu. Os banners e diversos adesivos foram produzidos a partir de PET reciclado. Para os funcionários, foram confeccionados jalecos com palavras de ordem incentivando a mudança de consumo.

Segundo Fábio Cyrillo, diretor-comercial para marcas próprias do Wal-Mart, o varejo tem um importante papel na difusão do consumo consciente. O grupo, segundo ele, fez a opção pelo desenvolvimento sustentado. “Faz parte de nossa estratégia comercial ser líder em sustentabilidade”, explica. Além das ações internas, como reduzir em 25% os resíduos sólidos em três anos, Cyryllo diz que a organização vem trabalhando para ter escritórios e cadeia logística sustentáveis, ampliar a reciclagem de lixo, o uso de embalagens sustentáveis, neutralizar carbono, ter funcionários sustentáveis e clientes conscientes.

“Hoje oferecemos ao público 3.500 produtos sustentáveis. Quanto às nossas marcas, acompanhamos os processos e desenvolvimento sustentado das nossas cadeias de fornecimento de carvão, soja, onde temos uma parceria com a Bunge, pescado, carne bovina e produtos provenientes da Amazônia.”

Cyrillo diz que o trabalho com os parceiros tem sido recompensador. “Realizamos encontros e feiras para que nossos fornecedores e parceiros possam conhecer novas tecnologias e possibilidades para seus produtos. Como resultado, hoje podemos substituir as bandejas de isopor por bandejas de fécula de mandioca. Nos produtos com marca própria, nosso fornecedor conseguiu reduzir a embalagem plástica para garrafa de água em 8 gramas. As caixas de papelão nós substituímos por plásticas, que duram mais e podem também ser recicladas.

Para o diretor-comercial do Wal-Mart, o trabalho de fundo é o de preparar as pessoas para a sustentabilidade. “Vamos treinar neste ano 20 mil funcionários, por meio de parceira com Instituo Akatu.”

DiárioNet

Super-Recorde…

Super-Recorde…

Saiu no Omelete eu não podia deixar de registrar:

No dia 15 de junho de 2008, fãs do Homem de Aço de todos os cantos do planeta vão se encontrar para tentar inaugurar um recorde para o livro Guinness: o do maior número de pessoas vestidas de Super-Homem em um só lugar.

A tentativa fará parte das comemorações dos 70 anos do herói, os 30 anos de Superman: O filme e a trigésima Celebração Anual do Super-Homem. Ela acontecerá, claro, em Metropolis, cidade que fica no Estado de Illinois nos EUA.

Os super-fãs serão aprovados um a um e ficarão ao redor da estátua de bronze do super-herói no centro da cidade. Convidados ilustres estarão por lá: Ned Beatty (Superman I e II), Allison Mack (Smallville) e Noel Neill (a primeira Lois Lane), além de convidados da indústria dos quadrinhos.

Chakras: Manual do Usuário – Parte 2

Chakras: Manual do Usuário – Parte 2

Quando publiquei Chakras: Manual do Usuário – Parte 1, a idéia era dar sequência e escrever sobre todos os chakras em um curto espaço de tempo, mas esta entrada esta prestes a fazer aniversário e eu não havia escrito uma linha sequer sobre o chakra Svadhisthana – até agora.

O nome sânscrito significa “Morada do Ser”, sendo que ele é mais conhecido como chakra sexual – o que contribui para algumas (ou muitas!) distorções, incluindo o fato de algumas escolas, a partir de Leadbeater, preferirem ignorar o sacro (nome alternativo, em referência à sua localização na altura do osso do mesmo nome) para adotar como segundo chakra o esplênico – um “aportuguesamento” de spleen, que é “baço”, em inglês.

Atenção para isso: muitos vão tratar como se tudo fosse a mesma coisa, mas não é!

Svadhisthana é o chakra das parcerias e do respeito ao próximo. Rege todas as formas de relacionamentos (e não apenas os sexuais!), principalmente nas questões que envolvem integridade e honra. No momento em que a nossa verdade é maculada (quando vivemos um personagem, e não nós mesmos), todo o sistema é comprometido, e isso é especialmente interessante em um chakra que nos fala das relações de poder, o controle que temos sobre outras pessoas e/ou que estas têm sobre nós.

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Para quem se julga único…

Para quem se julga único…

Paula Abdul, durante os julgamentos de American Idol, tem o hábito de dizer que o candidato “é único” e eu sempre lembro da cena de uma conhecida muito falsa usando a expressão “é a sua cara!” para descrever a sua impressão a respeito de uma roupa que outra pessoa usava. Apesar do sorriso largo e aparente cordialidade, nunca soube se aquilo era um elogio ou não…

Aquarianos gostam de ser diferentes e, ao mesmo tempo, vêem a todos como iguais. Considero esta contradição bastante saudável. Sempre repito em casa, complementando o comentário de Paula, que “isto não significa que você é bom, baby” e encontrar este cartaz fecha a minha teoria com chaves de ouro.. rs

Buddha Amitabha

Buddha Amitabha

Há muito, muito tempo atrás, antes desta era conhecida como o Kalpa Afortunado, surgiu no mundo um Buddha chamado Djigten Wangtchug Gyalpo. O atendente dele, um monge chamado Guelong Tchökyi Lodro, mostrou grande concentração, inteligência, compreensão e diligência e ele tomou o voto de Bodhisattva deste Buddha.

Por milhares de milhões de anos ele se aplicou com afinco à prática espiritual com a intenção de ajudar os seres sencientes a obterem completa realização. Ele também fez uma aspiração sincera que, na sua iluminação, ele manifestaria um reino de buddha que incorporaria todas as qualidades de um milhão de reinos de buddhas.

Muitos milhares de milhões de anos depois, no aeon conhecido como Zinpa, Guelong Tchökyi Lodro nasceu como um monarca de chakravartin, Zidji Muche. Um dos seus ministros, o brahmin Gyamtso Dul, teve um filho, Gyamtso Nyingpo, que foi ordenado e que sentindo-se cansado com existência de samsarica, obteve total realização naquela mesma vida, tornando-se o Buddha Rintchen Nyingpo (Ratnagarbha).

Este governante mundial, Zipji Muchee, e seu seqüito fizeram muitos oferecimentos e serviram este Buddha com grande respeito. “Por muitas de minhas vidas anteriores”, disse o rei, “eu fiz esta prece de aspiração para criar um reino de buddha”. O Buddha lhe deu esta profecia: “Muitos aeons atrás você era o Guelong Tchökyi Lodro. Agora você é Zipji Muchee e em uma vida futura você se tornará Buddha Amitabha”.

Por milhares de milhões de anos de Zipji Muchee praticou o Dharma. Ele jurou que não alcançaria budeidade até que todo ser por quem rezou para estar no seu reino buddha, pudesse nascer lá. Eventualmente a aspiração dele foi cumprida e ele se tornou Amitabha. O reino búdico que ele manifestou é conhecido como Dewatchen. Dez eons/kalpas se passaram desde que Amitabha estabeleceu esse reino.

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