Archive for December, 2007

Crazy Little Thing Called Love – Michael Bublé

A K, do Incompletudes, que adora acrescentar a “trilha sonora do dia” aos seus posts, e eu confesso que tenho me divertido muito buscando clipes no YouTube, tanto para descobrir coisas novas como para matar saudade.

Hoje eu acordei meio num clima de metais, meio big bands, Frank Sinatra e coisas do gênero – aprendi a gostar deste estilo com o meu pai, que ouvia muito quando eu era moleque. Veio Michael Bublé na cabeça. Tenho um ou dois CD’s que vou colocar para tocar enquanto faço coisas pela casa, mas depois de assistir alguns vídeos no YouTube… the winner is… Crazy Little Thing Called Love!

Bom 2008 para todos!

Aura-Soma, again!

Aura-Soma, again!

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Quase todos os dias, o post com o maior número de acessos no Zephyrus é o teste de Aura-Soma da Daniela Alvim, publicado em 13 de setembro.

Quando fiz para mim, daquela vez, saí com o frasco 83, o Abre-te Sésamo, que fala da sabedoria que vem através do coração. Hoje, último dia de 2007 (que vá em paz!), resolvi fazer uma nova consulta: saiu o fraco Equilibrium 14, repetindo o Ouro na base (há algum tempo que ando com o olho para a cor laranja).

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CurArte, o blog

CurArte, o blog

Venho escrevendo sobre deeksha há algum tempo e sempre indico site da Vera, o CurArte, sendo que, a partir de agora, vocês também contam com CurArte, o blog!

O objetivo do blog é aumentar a visibilidade e a interatividade dos trabalhos que o CurArte promove e eu andei mando uma ajuda para colocá-lo no ar estes dias.

A Vera deve, aos poucos, introduzir posts sobre diferentes temas. Para os cariocas, em especial, é uma oportunidade também de saber o que é deeksha através de uma experiência pessoal, tanto nos projetos temáticos como nas atividades abertas ao público, como aconteceu no Parque Lage neste fim de semana (veja o registro no blog).

Não, a foto não é da Vera, mas da Amma (errou de novo, não é aquela Amma, mas outra), uma das fundadoras do Movimento da Unidade.

A Bandeira do Divino – Ivan Lins

A Bandeira do Divino – Ivan Lins

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Ve’asu li mikdash veshachanti betocham.
Eles devem fazer para Mim um santuário e Eu viverem entre eles.
(Shemot/Êxodo 25:8)

Na semana em que eu nasci, os judeus estudavam a porção da Torá de nome Terumá (“Oferendas”), que narra as instruções iniciais para a construção do Tabernáculo – o Beit ha’Mikdash – no deserto.

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Ogham – a Sabedoria das Árvores

Ogham – a Sabedoria das Árvores

Ok, estou me sentindo um daqueles caras do Green Peace devolvendo animais aos seus habitats naturais. Depois de restituir As Runas de Óðinn à rede, faço hoje a mesma coisa com o Ogham – A Sabedoria das Árvores. Os dois trabalhos estão em formato blog para facilitar a publicação e interatividade. Enjoy!

Meditando com a Roda

Meditando com a Roda

Ok, Louise Hays já falava que afirmações positivas podem mudar a sua vida muito antes de qualquer Segredo. {imagem: Nigel Jackson Tarot}

Foi assim que ela própria, diagnosticada com câncer, recuperou a sua saúde em um trabalho intenso de afirmações e visualizações.

Ainda por causa do outro post, esbarrei com esta afirmação que tem tudo a ver com o Arcano X do Tarot e regente do ano que está chegando.

Minha sugestão? Imprima este texto e coloque em algum lugar que você possa ler com freqüência. Pode ser na porta da geladeira, no espelho do banheiro, dentro do armário, na capa da agenda, no papel de parede do seu computador- não interessa… Toda vez que der de cara com ele, pare um minutinho e leia com atenção, interiorizando cada palavra. Não leia apenas, sinta.

Na infinidade da vida onde estou, tudo é Perfeito, pleno e completo, e, no entanto a vida está sempre mudando.Não existe começo nem fim, somente um constante ciclar e reciclar de substância e experiências.

A vida nunca está emperrada, estática ou rançosa, pois cada momento é sempre novo e fresco.

Eu sou uno com o poder que me criou e esse poder me deu o poder de criar minhas próprias circunstâncias.

Regozijo-me no conhecimento de que eu tenho o poder de minha própria mente para usar de qualquer forma que eu escolher.

Cada momento da vida é um novo ponto de começo à medida que nos afastamos do velho. Este momento é um novo ponto de começo para mim bem aqui e agora mesmo.

Tudo está bem no meu mundo.

~ Louise Hay

Faxina da Alma

Faxina da Alma

Não importa onde você parou…em que momento da vida você cansou… O que importa é que sempre é possível e necessário recomeçar.

Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo… E renovar as esperanças na vida e o mais importante, acreditar em você de novo.

Sofreu muito nesse período? foi aprendizado… Chorou muito? Foi limpeza da alma… Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia… Sentiu-se só por diversas vezes? É porque fechaste a porta até para os anjos… Acreditou que tudo estava perdido? era o início de sua melhora…

Pois é… agora é hora de reiniciar… de pensar na luz… De encontrar prazer nas coisas simples de novo. Que tal um novo emprego? Uma nova profissão? Um corte de cabelo arrojado, diferente? Um novo curso…Ou aquele velho desejo de aprender a pintar… Desenhar… dominar o computador… ou qualquer outra coisa… Olha quanto desafio… quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando.

Esta se sentindo sozinho? besteira… Tem tanta gente que você afastou com o seu “período de isolamento”… Tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para “chegar” perto de você. Quando nos trancamos na tristeza…nem nós mesmos nos suportamos… Ficamos horríveis…o mal humor vai comendo nosso fígado…até a boca fica amarga.

Recomeçar… hoje é um bom dia para começar novos desafios.Onde você quer chegar?Ir alto… sonhe alto… queira o melhor do melhor… Queira coisas boas para a vida… Pensando assim trazemos para nós aquilo que desejamos… Pensando pequeno… coisas pequenas teremos… Já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor… o melhor vai se instalar na nossa vida.

E é hoje o dia da faxina mental… Jogue fora tudo que te prende ao passado… Ao mundinho de coisas tristes…fotos… peças de roupa, papel de bala… ingressos de cinema… bilhetes de viagens… e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados… Jogue tudo fora… mas principalmente… esvazie seu coração…fique pronto para a vida… para um novo amor…

Lembre-se somos apaixonáveis… somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes… afinal de contas…Nós somos o “Amor”… Porque somos do tamanho daquilo que vemos, e não do tamanho da nossa altura.

~ Este texto é atribuído, em vários lugares, a Carlos Drumond de Andrade, mas é da autoria de Paulo Roberto Gaefke

O Carro e a Arte de Seguir em Frente

O Carro e a Arte de Seguir em Frente

a7tmt_h335Pensei em escrever sobre a Roda da Fortuna, regente do próximo ano (2+0+0+8=10), mas tive o impulso de falar sobre o Carro primeiro. {imagem: Tarot de Marseille Camoin-Jodorowsky}

Escrever sobre o Carro, por sinal, é bem pertinente, já que ele traz claramente uma energia marciana – a despeito do que afirmam muitos autores [1] – e 2008 será regido, astrologicamente, pelo planeta Marte.

Dentre os Arcanos Maiores retratados pelo baralho de Marseille e seus correlatos, é o único que a sugerir claramente um deslocamento, indicando que você sai (ou deve sair) de onde (do estado) se encontra neste momento [2].

Se não nos colocamos em constante movimento, acabamos por ficar enclausurados pelos tijolos (a cristalização de crenças e condicionamentos) mentais e emocionais que vão surgindo e são empilhados ao nosso redor (O Carro, 7, que tem A Torre, 16, como sombra) – e sabemos muito bem como esta história termina… É hábito dizer que A Torre força as mudanças que A Morte não promoveu por livre e espontânea vontade, mas não se trata só dela.

A carta que antecede O Carro é O Enamorado: toda vez que chegamos a uma encruzilhada em nossas vidas é preciso cortar (como faz A Morte) com alguma coisa, pois optar (diferente de conciliar – O Papa) é “escolher entre”. É necessário assumir uma postura diferente, mudar o rumo das coisas, deixar o velho para trás para que o novo se manifeste. Às vezes é muito fácil fazer isso, às vezes não…

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Lágrimas

Lágrimas

Esbarrei com este texto há pouco e achei legal copiar para cá. Atualmente eu não tenho mais tanta dificuldade em expressar emoção diante de outras pessoas, mas isso já foi algo muito complicado. Tinha comigo, ainda assim, a liberdade de chorar o quanto quisesse, por exemplo, lendo ou assistindo uma história bacana – principalmente se estivesse sozinho.

Há pouco tempo encontrei um cara que me parece super-sensível – até porque é músico clássico – e fiquei impressionado quando ele me disse que não se lembra a última vez que verteu uma única lágrima sequer.

Enfim, cada um com o seu cada um. Quem sabe um dia este texto também não cai nas mãos dele?

Nunca tenha medo das lágrimas. A assim chamada civilização fez você temer muito as lágrimas. Isso criou uma espécie de culpa em você. Quando as lágrimas chegam você começa a se sentir embaraçado. Você começa a sentir, “O que os outros irão pensar? Sou um homem e estou chorando! Isso parece tão feminino e infantil. Isso não devia ser assim”. Você bloqueia essas lágrimas… e você mata algo que estava crescendo em você.

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A Morte do Xamã

A Morte do Xamã

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Avô, peço a morte
Para as partes de mim
Que não ouvem
Nem falam a verdade,
Que são cegas demais para ver.

Avó, dá-me a luz de novo,
Com o amor como meu guia,
A verdade e a beleza como meu caminho,
Sem nada a ocultar.

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(…) A morte de algum ângulo sombrio de nossa personalidade sempre serve como prenúncio do nascimento de um novo dom ou talento já contido no âmago de nosso Ser. Cada vitória conseguida sobre alguma parte do nosso Ser que não esteja Caminhando em Beleza significa em si mesma um renascimento. Toda vez que uma pessoa alcança uma encruzilhada em sua vida e se vê frente à necessidade de tomar uma decisão e mudar de atitude, dá-se a morte do Velho e o nascimento do Novo.

~ As Cartas do Caminho Sagrado – Jamie Sans

Que assim seja. Que assim seja. Que assim seja. E assim é.