Archive for October, 2007

Dia do Saci

Dia do Saci

Festa do Saci enfrenta bruxas — O Dia das Bruxas vai passar longe da Biblioteca Monteiro Lobato, que homenageia hoje o Dia do Saci a partir das 10h.

A data, criada para combater a influência estrangeira do Halloween, foi reconhecida oficialmente em 2004. “Escolhemos o dia 31 de outubro como o Dia do Saci para recuperar o espaço da cultura brasileira seqüestrado pelas bruxas”, diz Vladimir Secchetta, fundador da Sociedade dos Observadores de Sacis.

No evento, será lançado uma nova edição do livro “O Saci” (1921), de Monteiro Lobato, cuja obra completa vem sendo reeditada pela Editora Globo.

A festa do Saci vai contar, ainda, com a apresentação de peça infantil, uma exposição de imagens do personagem e um show de música folclórica.

Fonte: Jornal Metro/SP

Eu não faço idéia do que seria uma “Sociedade de Observadores de Saci” e o que ela faz, mas cresci lendo Monteiro Lobato e, mito por mito, não custa nada valorizar os nossos…

Bom dia do Saci para todo mundo! ;)

Obrigado, Obrigado, Obrigado…

Obrigado, Obrigado, Obrigado…

A história dos cristais de água do Dr. Masaru Emoto é bastante conhecida: ele é um especialista na observação da molécula de água congelada de diferentes fontes no mundo e, num experimento paralelo, submetidas a influências variadas, como músicas de diversos estilos e palavras (amor, ódio, inveja, gratidão, elogios, ofensas, etc.) escritas em um pedaço de papel colado à garrafa de água. De acordo com a vibração da música/palavra, temos moléculas bem organizadas e de formas simétricas ou totalmentes desestruturadas.

A imagem que escolhi para este post é a molécula da água do “Obrigado” em japonês. No site há variações quando “Obrigado” é escrito em inglês e francês.

Diferentes tradições espirituais falam da importância da gratidão. A tradição judaica, por exemplo, ensina que a gratidão abre as portas para D’us e isso é tão importante que a primeira coisa a ser feita ao acordar é agradecer pela oportunidade de ter mais um dia de vida.

Devemos ter grande respeito por quem nos presta um serviço e agradecer pela sua realização, devemos agradecer por cada bênção, por termos um trabalho que nos sustente por mais que nos desagrade, por conseguirmos retornar para casa em segurança, … Devemos agradecer até pelo que não sabemos estar agradecendo. Repita “obrigado, obrigado, obrigado, …” baixinho enquanto anda pela rua.

Em meio a uma situação de stress, pare e agradeça pela oportunidade de aprendizado que ali se manifesta. Um conhecido dizia que maldições são bênçãos disfarçadas – e realmente são, ainda que não se consiga perceber desta forma num primeiro momento. Por sinal, quando conseguimos agradecer numa situação dessas a própria configuração energética se altera de forma favorável.

Passei este fim de semana em um workshop de Cura Prânica com Cristais. O tratamento é infinitamente potencializado com a ajuda destes aliados minerais.

Pausa: dentro do trabalho prânico tudo se mensura. Se você passar por alguém na rua mexendo com as mãos como se estivesse apertando uma bola invisível, pode ser que você esteja diante de um maluco ou de um curador prânico – as duas coisas se este alguém for eu…

De volta à história, o cristal é considerado um ser vivo. Após o uso, devemos agradecer à ele pelo trabalho realizado. Aí fizemos uma experiência interessante: medimos a aura de um cristal qualquer e medimos de novo depois de dizer “obrigado” para ele. É impressionante como o campo se expande.

Se isso foi comprovado pelos cristais de água (lembre-se da composição do corpo humano) e pelo cristais de quartzo, imagine o bem que faz dizer “obrigado” para alguém ou para nós mesmos.

Para você que está passando por aqui, obrigado, obrigado, obrigado… muito obrigado.

Lições de Paulo Urban no Caminho do Sol

Lições de Paulo Urban no Caminho do Sol

Passei ontem por uma banca de revista e fiquei olhando tudo que estava pendurado do lado de fora. Sempre faço isso. Parece coisa de mulher em shopping, mas tenho boas justificativas profissionais para isso, afinal, me interessa o que é notícia e o que há de novo no mercado editorial.

Dei de cara com uma nova revista, Nova Consciência, no seu segundo número. Resolvi comprar para ler no caminho por causa de duas chamadas de capa. Estava sem tempo para folhear e me afastei pensando que poderia estar embarcando em outra furada – já cansei de me deixar fisgar por falsas promessas de artigos interessantes. De qualquer modo, ainda que não tenha chegado aos tais dois artigos, adorei o texto do Paulo Urban narrando a sua peregrinação de 11 dias pelo Caminho do Sol, que vai de Santana de Paraíba até Águas de São Pedro – tudo em Sampa.

Destaco aqui duas passagens bem legais que espero que façam sentido para você como fez para mim:

O principal é sempre principal, só não é principal para sempre! Reconhecer o principal consiste em eleger o que imediatamente deve ser feito, sem nos preocuparmos com quaisquer outras pendências. É saber distinguir qual a ação mais importante dentre o resto que pode esperar.

Às vezes o principal é alguma urgência nossa; noutras, o momento é o de atender a um ente querido ou cuidar de algum entrave, sejam os problemas mais simples ou as demandas mais sérias. É preciso perceber quando as pessoas realmente precisam de nossa ajuda das vezes em que estão atuando sobre nós, sugando-nos por conta de suas carências – atalhos suspeitos capazes de nos desviar de nossa rota.

Carência, todos temos. E são essencialmente afetivas. Mas diferem amplamente de nossas reais necessidades. De nada adianta projetar nossas carências sobre os outros, esposa, filhos, amigos etc. Muitos relacionamentos procuram escorar-se sobre padrões emocionais de mera dependência afetiva entre as partes.

Um dia a ilusão se desfaz e percebemos o quanto nos engana “sentir-se amado para sempre”, protegidos por alguém que, sabe-se lá quando, poderá faltar ou nos trair de algum modo, ou nos abandonar por uma inexplicável razão.

Então, com nossas crateras carenciais abertas, é fácil cair no mundo sombrio da depressão. E lá ficamos sofrendo entre altos e baixos, sob efeitos de remédios ou não, até um dia descobrir que se encontra exclusivamente dentro de nós a chave capaz de nos libertar de nosso poço de carências.

- Extraído do texto de Paulo Urban para a revista Nova Consciência, número 2

Intervalo Comercial

Intervalo Comercial

Quando foi a última vez que você fez alguma coisa pela 1a vez?

- Dica do BlueBus que faz a gente pensar…

Tchenrezi, Bodhisattva da Compaixão

Tchenrezi, Bodhisattva da Compaixão

Toda pessoa cujo coração é movido por amor e compaixão, que profunda e sinceramente age para o benefício de outros sem se importar com fama, lucro, posição social ou reconhecimento, expressa a atividade de Tchenrezi

– Bokar Rinpoche, em Tchenrezi, o Senhor da Grande Compaixão

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No panteão budista-tibetano de seres iluminados, Tchenrezi é reconhecido como a personificação da compaixão de todos os Budas.

Avalokiteshvara é a manifestação terrestre do Buda Amitabha – o Buda de Luz Infinita. Ele toma conta deste mundo no intervalo entre a vinda do Buda Sakyamuni - o Buda histórico – e o próximo Buda, Maitreya.

De acordo com a tradição, Tchenrezi fez o voto de não descansar até que tivesse liberado todos os seres em todos os reinos do sofrimento. Trabalhando diligentemente nesta tarefa, percebeu, depois de algum tempo, o imenso número de seres miseráveis que ainda precisava ser salvo por maior que fosse o seu esforço.

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Ratha-Yatra 2007

Ratha-Yatra 2007

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É dito no Brahmanda Purana que aqueles que assistem o Ratha-Yatra do Senhor Jagannatha, todos que dão as boas vindas para o Senhor, e aqueles que participam do Ratha-Yatra, todos os seus pecados são erradicados de vez e ao final de suas vidas voltarão para a morada do Senhor Supremo

~ Sua Divina Graça Srila Bhaktivedanta Narayana Goswami Maharaja

Ratha-Yatra, ou o Festival das Carruagens, é um dos mais famosos e tradicionais da Índia (provavelmente o maior festival da Terra), onde Jagannatha, Baladeva e Subhadra saem do templo para celebrar a primavera e abençoar todos os que acompanham a procissão.

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Deeksha: Calix Meus Inebrians

Deeksha: Calix Meus Inebrians

Muitas pessoas aparecem por aqui por causa da tag “Deeksha” que utilizei no post sobre o Moola Mantra.

Eu mesmo só ouvi a expressão há poucos meses – como já contei, na fila de abraços da Amma – e fora do grupo que acabei conhecendo depois disso, Deeksha ainda soa como algo absolutamente desconhecido. Toda fez que eu toco no assunto tenho que parar e explicar do que trata para seguir adiante.

Deeksha é uma transmissão de energia, como a Cura Prânica, com foco no cérebro. Seu objetivo é promover a consciência da Unidade. Nas palavras do Sri Bhagavan, que é um dos mentores deste trabalho, a mente humana é uma parede que separa o homem de D’us e Deeksha é a ferramenta que abre um buraco nesta parede e permite que homem e D’us se relacionem.

Na prática, o deeksha giver coloca as mãos sobre a cabeça de quem recebe. Eventualmente, toca o coração e, em caso de necessidade, alguma outra parte do corpo que necessite de atenção. Não contei o tempo e não perguntei, mas é coisa de poucos minutos. No grupo em que recebi Deeksha, após o recebimento, ficamos mais alguns instantes em estado meditativo, meio que “digerindo” a energia ou deixando que ela atue.

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My Sweet Lord

My Sweet Lord

I really want to know you (hallelujah)
Really want to go with you (hallelujah)
Really want to show you lord (aaah)
That it won’t take long, my lord (hallelujah)