Archive for July, 2007

A Deusa do Abraço

A Deusa do Abraço

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Que todos os seres neste mundo e em todos os outros
encontrem paz e felicidade.

Mata Amritanandamayi, ou simplesmente Amma, é considerada uma encarnação da Mãe Divina e está no Rio de Janeiro hoje, amanhã e quinta.

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A Lei das Opções

A Lei das Opções

Talvez nenhuma carta expresse tão bem a natureza do Tarot quanto o Arcano VI. Acho que este “segredo” (ops!) sempre esteve  guardado na própria composição do próprio Tarot,  afinal são 78 lâminas: 7 + 8 = 15 = 6.

Não escrevo sobre o Arcano VI – Amantes, criado pelo Waite e perpetuado através das gerações seguintes de forma meio distorcida por alguns, mas do Arcano VI – Enamorado, cujo tema é a necessidade de se fazer uma escolha que muda o rumo das coisas.

Estamos falando de Tarot, mas, no fundo, não é essa a linha que norteia todos os oráculos? Por que nos consultamos? Não estamos buscando informações sobre as possibilidades diante de nós para dar mais propriedade às nossas decisões? O destino não muda, a partir de uma consulta, quando temos uma outra consciência a respeito do nosso momento, das oportunidades, dos desafios e do que se esconde de nossa percepção mais imediata? E, ainda assim, não faz parte de nosso livre-arbítrio acreditar ou não nas cartas; seguir ou não o conselho de quem as interpreta?

Descobri este texto de Dan Millman no livro Um Novo Sistema de Numerologia e resolvi trazê-lo para cá. Ele oferece alguns insights interessantes que têm muito a ver com a “minha” visão do Arcano VI. Depois volto e acrescento algumas observações no próprio texto (o que tiver um “MB:” na frente).

A maioria das criaturas da Terra tem uma série relativamente pequena de opções conscientes; trabalha sobretudo pelo instinto e pela adaptação. Em compensação, nós, humanos, temos poderes de opção que vão muito longe. Nossas vidas cotidianas consistem numa seqüência de escolhas e exercícios de livre-arbítrio – se devemos levantar-nos ou ficar na cama, que vamos comer no desejem, que havemos de fazer com o nosso dia, se vale a pena mudar de profissão, voltar à escola, continuar uma relação e assim por diante.

Dependendo das circunstâncias, experimentamos muitas ou poucas escolhas. Uma doença mental ou  outras incapacidades torcem ou cerceiam o nosso poder de escolha; a clareza da mente o acentua. Claro que está que não temos todos uma escolha igual das circunstâncias; se formos ricos, por exemplo, poderemos optar por voar para a Europa a fim de jantar; se vivermos num país empobrecido, poderemos optar por comer mas não encontrar comida à disposição. Se estivermos doentes, de cama, poderemos optar por correr pelos montes, mas nos veremos incapazes de fazê-lo, a não ser na imaginação. As circunstâncias fisicas podem, com efeito, limitar nossas opções físicas. A Lei das Opções, todavia, dirige o nosso poder e a nossa responsabilidade para escolher o modo como respondemos às circunstâncias – poder que nunca perdemos enquanto vivermos.

Às vezes, temos a impressão de que nossas opções são feitas para nós pela nossa família, pelo nosso empregador, pelos nossos amigos, pelas nossas circunstâncias, ou por Deus. Se, por exemplo, o patrão nos disser: “Você terá de trabalhar depois do expediente; se não quiser, teremos que mandá-lo embora”, poderemos pensar que não temos escolha. Mas é claro que a temos: fazemos opções conscientes reconhecendo que toda opção tem conseqüências.

Podemos escolher um caminho mais fácil ou um mais difícil. Raramente decidimos tomar o caminho mais penoso, a menos que acreditemos que ele propiciará prazer no seu percurso ou fará que alcancemos nossas metas mais depressa. Quanto menos numerosas forem as crenças deformadas ou limitante que tivermos, maior será o nosso poder de escolha (MB:  “a colher não existe”. A realidade se manifesta de acordo com a nossa percepção e a nossa capacidade de alterá-la).

Precisamos também confiar nas mensagens intuitivas oriundas do subconsciente que poderão escolhar experiências ou atrair para a nossa vida pessoas que conscientemente não queremos, porém das quais poderemos precisar para o nosso bem e o nosso aprendizado mais elevado. Quanto mais respeitarmos a Lei das Opções, também mais claramente viveremos a nossa vida resolutamente, assumindo a responsabilidade pelas nossas direções em vez de encarar a vida como alguma coisa que simplesmente nos acontece. Por exemplo, em lugar de errar pela vida, perguntando a nós mesmos se estamos no caminho certo, ou em companhia da pessoa certa, ou fazendo o trabalho certo, reconhecemos que estas pessoas e estas circunstâncias foram escolhidas por nós mesmos. A par com esse reconhecimento vem o poder de aceitar as nossas opções. Se alguma vez nos sentirmos impotentes numa situação, será este o momento de lembrar-nos do nosso poder de opção.

Podemos sentir-nos medrosos ou bloqueados. No entanto, quanto maior valor dermos ao poder de opção, tanto mais nos encarregaremos do modo com que canalizamos a nossa energia criativa e nos expressamos.

Escolha criativa

Tudo o que existe é feito de energia, e a energia manifesta-se ao longo de um espectro que vai do positivo ao negativo. Por exemplo, a eletricidade pode iluminar uma cidade ou tirar uma vida.

A energia criativa tem caráter dinâmico, assurgente, e precisa encontrar expressão; ela existe para fluir e para ser usada. Ela atua como uma espada de dois gumes; se não for usada para finalidades construtivas, descarregar-se-á de maneiras destrutivas. Se a energia criativa for de todo bloqueada, como a água que arremete a um muro e sobre, volta-se contra nós e cria pressões que experimentamos como sintomas dolorosos nos níveis físico, mental e emocional. A gordura excessiva, por exemplo, muitas vezes reflete a energia bloqueada que não tem para onde ir.

A energia criativa bloqueada ou se manifesta como doenças e sintomas físicos ou se libera através do abuso do fumo, do álcool, de outras drogas, da comida ou do sexo. Quando essa liberação se torna repetitiva, complulsiva ou crônica, os abusos podem também expandir-se e converter-se em vícios inveterados (MB: o 6-Enamorado que vira 15-Diabo).

Assim como reconhecemos que escolhemos, em algum nível, o modo com que canalizamos nossas energias criativas, assim também podemos aprender outras maneiras de abrir nossas energias e canalizá-las em direçoes que inspirem ou ajudem os outros e tragam recompensas ao invés de castigos.

Por mais destrutiva ou bloqueada que que possa ter estado nossa energia criativa no passado, isso muda depois de aplicarmos o poder de opção.

~ Dan Millman, extraído do livro Um Novo Sistema de Numerologia.

YouTube: Pranic Healing

YouTube: Pranic Healing

Joguei “Pranic Healing” na busca do YouTube e descobri estas quatro reportagens. Os personagens principais se repetem e a abordagem é meio superficial, mas é interessante saber que o assunto ganha algum espaço na mídia sendo tratado como algo sério.


CBS News – Special Assignment 1


CBS News – Special Assignment 2


CBS Affiliate KCAL 9


Hard Copy

Just for now…

Just for now…

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Just for now do not judge yourself,

Just for now do not judge others.
Just for now accept yourself,
Just for now accept all and everything.
Just for now Love yourself,
Just for now Love all beings and forms.

Just for now be open to receive Love.
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Bênção à Terra com Amor-Bondade

Bênção à Terra com Amor-Bondade

Do Coração de Deus,
Faça com que toda a Terra seja abençoada
com amor-bondade.
Faça com que toda a Terra seja abençoada
com grande alegria, felicidade e paz divina.
Faça com que toda a Terra seja abençoada com compreensão, harmonia, boa vontade e desejo-de-bem. Assim seja!

Do Coração de Deus,
Faça com que os corações de todos os seres sencientes
sejam preenchidos com amor e bondade divinos.
Faça com que os corações de todos os seres sencientes
sejam preenchidos com grande alegria, felicidade e paz divina.
Faça com que os corações de todos os seres sencientes
sejam preenchidos com compreensão, harmonia,
boa vontade e desejo-de-bem.

Com gratidão, assim seja!

~ Choa Kok Sui ~

Meditação e Energia

Meditação e Energia

Descobri este vídeo no Orkut. Ainda não assisti todo, mas o que vi me pareceu bem legal.

Cura Prânica Avançada

Cura Prânica Avançada

A formação em Cura Prânica se dá em algumas etapas. No básico, aprendemos a diagnosticar o corpo bioplasmático de uma pessoa e trabalhar com o prana branco para promover os devidos ajustes na reorganização da energia.

Os terapeutas com formação no curso avançado  começam a trabalhar com cores, dinamizando alguns processos. Conta a instrutora que o Mestre Choa Kok Sui passou anos cercado por clarividentes analisando diferentes quadros clínicos. Num primeiro momento, estes observavam pacientes sob tratamento convencional e as cores que se manifestavam dentro do processo de cura. Depois os terapeutas prânicos começaram a colocar estas mesmas cores nos atendimentos e viram que alcançavam os mesmos resultados em menos tempo.

A aplicação de prana colorido requer muitos cuidados, pois a cor energeticamente projetada (diferente da cor física de um objeto, por exemplo) é muito intensa e pode fazer mais mal que bem, se for executada de forma irresponsável.

Criei o post porque estou fazendo o curso de Cura Prânica Avançada neste fim de semana. Quase melou, pois surgiu um compromisso profissional – cancelado na última hora – de modo que ficou claro para mim que era para fazer mesmo, por este e por outros motivos. Por fim, estou lá, dando início a mais uma etapa deste programa num dia 07/07/07 (me toquei disso lá, com pessoas falando que hoje acontece um “gatilho cósmico”, seja lá o que isto signifique exatamente ) e no shabat de Pinchás, cujo principal atributo é a cura. Coincidência?

Pranayama

Pranayama

É um grande equívoco imaginar que a vitalidade depende de exercícios complexos e práticas dispendiosas.

Respirar corretamente, por exemplo, traz inúmeros benefícios e pode ser um procedimento de primeiros socorros quando percebemos algum desequilíbrio físico, emocional ou energético.

Em hebraico, a palavra que designa a “Alma Superior” (neshama) é correlata à palavra usada para “respiração” (neshima), de modo que através da respiração correta elevamos, automaticamente, a nossa consciência e somos inundados por prana renovado.

Pranayama é um palavra sânscrita que pode ser interpretada como o conhecimento e controle (yama) do prana (força vital) que se dá através da respiração.

Três coisas são importantes:

  • a boa respiração deve ser nasal.
  • a boa respiração é lenta e profunda.
  • a boa respiração é abdominal.

No livro Cura Prânica Avançada, o Mestre Choa Kok Sui escreve que só há duas maneiras de se respirar: a correta (abdominal) e a incorreta (peitoral). Explica que é o diafragma que permite a expansão e contração dos pulmões, pois estes não têm condições, por si só – de se expandirem para sorver o ar ou de se contraírem para expelir o ar já utilizado. A respiração abdominal puxa o diafragma para baixo, ampliando a capacidade pulmonar e, conseqüentemente, absorvendo mais prana.

Quando respiramos corretamente, o abdômen se expande para abaixar o diafragma na inspiração e permitir a entrada do máximo volume de ar na base dos pulmões. No meio da inspiração, a parte média do tórax se alarga para encher a parte média dos pulmões. No final da inspiração, a parte superior do tórax se eleva levemente, para que o ar chegue até o ápice dos pulmões. Para fazer isso de forma consciente, podemos nos deitar de costas em uma superfície firme e perceber cada etapa. Com a prática, acabamos por adotar esta respiração de forma natural.

Ensinam as escrituras védicas que o prana percorre o corpo por 2 canais que vão do chakra base ao chakra da coroa. Um destes canais (nadis) tem o nome de ida, possui uma natureza lunar/feminina e rege o lado esquerdo do cérebro. O outro canal tem o nome pingala, possui uma natureza solar/masculina e rege o lado direito do cérebro.

Trabalhamos com ida e pingala através das narinas. Quando inspiramos apenas pela narina esquerda, ativamos a ida e absorvemos prana negativo. Quando inspiramos pela narina direita ativamos pingala e absorvemos prana positivo – “negativo” e “positivo”, aqui, como polaridades, e não algo classificado “bom” ou “ruim”.

Existe um terceiro canal, central, sobre o qual não atuamos diretamente. O seu nome é sushuma e ele é influenciado pelo deslocamento do prana pelos outros dois nadis e se fortalece na medida que desenvolvemos algum grau de maturidade energética. Quando se fala do despertar da kundalini, é por este canal que ela se eleva.

Nadi shodhana pranayama

Nadi shodhana significa “purificação das nadis“. O exercício também é chamado de “respiração alternada”. Sua prática permite a remoção da energia mal qualificada e a energização dos chakras.

Inicie sentando numa posição firme e agradável, com as costas bem eretas. A mão esquerda fica em jnana mudra (jnana mudra significa “o gesto que outorga o conhecimento”: os dedos indicador e polegar se unem pelas pontas, formando um círculo, e os outros permanecem juntos e descontraidamente estendidos) sobre o joelho.

Com a mão direita (apenas o polegar e o anular) controlamos o fluxo da respiração: o polegar para fechar a narina direita, o anular para fechar a narina esquerda.

Na Cura Prânica existe a orientação que homens começem inspirando pela narina direita (expirando pela esquerda) e mulheres pela esquerda (expirando pela direita).

Esvazie por completo os pulmões. Ao inspirar, promova a respiração abdominal.

Homens começam fechando a narina esquerda. Inspire pela direita de forma completa, enchendo o abdômen, a região intercostal e o tórax. Faça isso contando de 1 a 7. Retenha o ar, conte de 1 a 3 e feche a narina direita. Libere a narina esquerda e expire lentamente, também contando de 1 a 7. Faça uma retenção vazia. Conte de 1 a 3. Tudo é feito de forma suave. Agora inspire pela narina esquerda e repita o procedimento anterior liberando o ar pela narina direita.

Mulheres fazem a mesma coisa, mas de forma contrária. Considere inspirar por uma narina e expirar pela outra como 1 ciclo respiratório. Experimente realizar 20 ciclos.

Mantenha os olhos fechados e a consciência na respiração. Perceba o ar entrando e saindo pelas narinas. Este exercício pode ser feito a qualquer momento, exceto imediatamente após as refeições.

Leia diferentes artigos sobre Pranayama no site Yoga.Pro.Br. Aproveite e veja também este artigo, bastante completo, escrito pelo professor Hermógenes.