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Marcelo Bueno
Feb
8
Em algum momento da minha existência devo ter me deparado com o número 43 e isso ficou gravado. {imagem: Darren Sproles, jogador do San Diego Chargers}
Escrevo assim porque sei apenas que há muitos e muitos anos – não saberia precisar quantos - tenho certa fixação pelo 43 e não reconheço em mim uma razão para isso – simplesmente é.
Eis que hoje alcanço os 43 e, como em outros anos, lá vou eu procurar algo significativo a respeito.
Dan Millman, em Um Novo Sistema de Numerologia, ensina que se trata do número da compreensão do propósito de vida, o que é uma bênção e uma baita responsabilidade, vamos combinar, porque, depois disso, não dá para se fazer de inocente.
No seu aspecto positivo, combina os interesses mundanos com um compromisso de crescimento interior, dedicando o seu trabalho, relações e atividades para o despertar. Não se trata mais de procurar um mestre, mas de se tornar um, pois o risco do 43 é justamente o de se tornar um andarilho espiritual sempre à deriva – fruto da falta de confiança/fé em si mesmo.
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Marcelo Bueno
Feb
1
Estive envolvido nos dois últimos fins de semana com a acumulação da prática de Tara Verde.
Já escrevi sobre a Tara Vermelha em outras ocasiões por aqui, que é uma conexão “restrita” aos gonpas ligados ao Chagdud Tulku Rinpoche. De modo geral, em outros lugares as práticas mais comuns são as da Tara Verde e/ou da Tara Branca, sendo que Tara, de fato, possui 21 emanações.
Tenho um motivo especial (e pessoal) para publicar este post hoje. Fica aqui a minha homenagem. Peguei no Dakini Lounge este resumo que descreve as 21 Tara. É preciso ter em mente que o budismo é rico em imagens e expressões que possuem um sentido metafórico e que as deidades não são algo “fora de nós”, mas atributos inerentes a todo ser humano que são “lembrados” e desenvolvidos através de ensinamentos e práticas como esta.
Homenagem à Tara, a manifestação real das Três Jóias!
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Marcelo Bueno
Jan
28
A compra do primeiro baralho de Tarot é sempre significativa. Parece coisa do “primeiro sutiã” e pode lhe acompanhar por muitos anos. Na grande maioria dos meus atendimentos eu ainda uso o Sacred Rose, que foi o meu primeiro baralho. {imagem: Sacred Rose Tarot}
Quando comecei era tudo muito mais complicado. Havia poucos lugares onde se poderia comprar no Rio de Janeiro e importar um baralho era uma saga de meses, além do todo o trabalho para a encomenda – sempre na US Games Inc.
A partir da consulta que despertou interesse em aprender Tarot, fiquei interessado no Tavaglione - que depois foi pirateado e hoje nem considero um trabalho bonito – mas, até então, só conhecia as lâminas do Marseille.
Confesso que o primeiro impacto não foi bom. Fui à livraria Leonardo Da Vinci e não encontrei mais do que 4 ou 5 opções. E, destas, só era possível ver a caixa lacrada com a ilustração de uma única lâmina. Achei a cara do Louco impressa na embalagem simpática e levei. No meio do caminho olhava o restante das cartas e achava tudo muuuuuito estranho, arrependido da escolha, mas acabei me apaixonando pelo deck.
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Marcelo Bueno
Jan
20

imagem: The Icecreamist
Em 2 anos de Zephyrus, escrevi sobre a Força e a Roda em 2009 e 2008, respectivamente, ressaltando que, apesar da referência que se estabelece entre alguns profissionais e muitos curiosos, adotar um arcano por regente do ano é uma enorme bobagem do ponto de vista da previsão, seja individual ou coletiva – e principalmente esta!
De qualquer modo, como um dos objetivos do blog é escrever sobre Tarot, esta é sempre uma boa desculpa para abordar um Arcano, de modo que também aproveito para embarcar nessa do meu próprio jeito, obviamente.
Muitas pessoas escreveram ou estão por escrever sobre a Imperatriz ressaltando atributos, como: comunicação, criatividade, fertilidade, feminilidade, diplomacia… todas estas coisas são válidas, claro, e eu não vejo razão para insistir em um lugar-comum.
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Marcelo Bueno
Jan
20

Recebi por email e acho que vale a pena divulgar. Eu mesmo gostaria de ter condições neste momento para participar – o que seria uma ótima experiência de aniversário, por sinal.
Filho do grande mestre Dzogchen Chögyal Namkhai Norbu Rinpoche, Yeshi Silvano Namkhai vem pela primeira vez ao Brasil e dará preciosos ensinamentos sobre o Kunjed Gyalpo (Kulayaraja Tantra), o tantra-raiz do Dzogchen Semde — raramente ensinado no Ocidente.
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Marcelo Bueno
Jan
17
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{imagem: Aura-Soma Tarot, frente e verso}
Já escrevi sobre Aura-Soma aqui algumas vezes.
O sistema Aura-Soma é constituído por frascos bifásicos coloridos. Atribui-se a eles a capacidade de fazer avaliações de personalidade na seleção por afinidade e resgatar o equilíbrio físico, emocional, mental e/ou espiritual na aplicação do seu conteúdo em determinados pontos do corpo.
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Marcelo Bueno
Jan
12
Eu, particularmente, sempre busquei uma visão boa da carta da Torre, o Arcano XVI do Tarot. Aqui no blog já incluí um pequeno texto, extraído de uma “fonte não-taromântica”, que dá o tom da coisa: toda crise é um reajuste – um reajuste necessário para o nosso desenvolvimento rumo à autorealização. {imagem: Symbolon – não se trata de um baralho de Tarot!}
Se a Torre passa em nossa vida como um tsunami, isso tem muito a ver com o nosso grau de resistência (fixação, apego, teimosia, etc) e o esforço que o Universo precisa promover para que as mudanças aconteçam.
Não, não são, propriamente, mudanças materiais. As mudanças materiais ocorrem para que haja mudanças internas – percepções e atitudes. Cada tijolo da Torre é um conhecimento/condicionamento adquirido que deve ruir, pois não tem mais serventia. Se você ajuda na reciclagem, tanto melhor.
O que tumultua na experiência da Torre é que fica tudo fora do nosso controle. As chances foram dadas na carta da Morte (13), onde o consulente trazia a foice na mão – agora as coisas acontecem à revelia. Nestes casos, sempre lembro ao cliente que 16 é 1+6=7, ou seja, quando a Torre começa a desmoronar, pegue o Carro (7) e se afaste sem olhar para trás – sob o risco de virar uma estátua de sal…
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Marcelo Bueno
Jan
6

Tenho achado a utilização do formspring.me – até o momento – muito tola, mas estava aqui pensando como o meio poderia ser utilizado para responder dúvidas relativas ao Tarot, por isso abri uma conta (basta clicar na logo acima para acessar).
Se você frequenta o Z habitualmente ou caiu aqui de paraquedas agora e gostaria de formular uma pergunta, aproveite. Só não faço interpretação de jogos.
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Marcelo Bueno
Jan
4

Bom, parece que o ano começa realmente hoje. E com ele adoto um novo template para o Z – por quanto tempo, nem as cartas são capazes de prever… Preciso descobrir, inclusive, o motivo das configurações de alinhamento de imagem não estarem funcionando como deviam, mas, enfim, que venha 2010!
Resolvi puxar 3 lâminas do oráculo Cartas do Caminho Sagrado – energia principal, oportunidades e desafios. No centro saiu Kokopelli.
Kokopelli é um deus da fertilidade entre os nativos norte-americanos, sempre tocando uma flauta pela narina, atraindo saúde, bem-estar, boa caça, boa colheita, nascimentos, etc.
Nas suas costas há permanentemente uma sacola onde ele carrega sementes, talismãs e ervas de cura. Há quem o identifique como “o primeiro mochileiro do mundo”, pois nunca tem lugar fixo.
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Marcelo Bueno
Jan
1

Um post que faz sucesso todos os anos por aqui é o que relaciona as fases da Lua para o ano. E, de fato, é sempre muito útil saber como estão as coisas nos Céus para dar alguma força ou para ficarmos atentos com o que acontece na Terra.
Se você chegou aqui, não deixe de olhar também o post que fala dos atributos de cada fase lunar, disponibilizado por Márcia Mattos, que logo deve ter o seu Livro da Lua 2010 nas prateleiras.
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